Procura leitura para o seu fim de semana?

Siga os links e fique a saber o que os(as) Fulbrighters escreveram ou disseram ao longo dos últimos dias:

Raquel Vaz-Pinto, SUSI scholar em Bard College, EUA, e Investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais-Universidade Nova, falou de um conjunto de acontecimentos que, ao longo da história, marcaram o mundo e a política e que tiveram em comum o número 22. Ficou curioso(a)? Ouça as explicações no podcast [IN] Pertinente, o primeiro do ano 2022.

Emily Lange, visiting student researcher na University of Notre Dame, EUA, e doutoranda em International Relations da Universidade Nova de Lisboa, regressada dos EUA refletiu sobre o impacto da sua experiência Fulbright: «It is not easy to unpack 7 months of stay in the United States. These were intense months of study and research, meeting of many people, debating with colleagues, living the American football experience, going ice-skating for the first time, and eating a lot of peanut-butter…». Leia o testemunho completo da Fulbrighter no website da Comissão. Welcome back, Emily!

João Carlos Espada, alumnus do Salzburg Seminar in Journalism e Professor Catedrático de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, escreveu sobre a “aristocrática democracia das maneiras” nesta era “tribal” em que vivemos e que é, nem mais nem menos, do que “as virtudes das boas maneiras e do sentido de dever para com os outros, sobretudo para com os mais desfavorecidos.”. Leia o artigo!

Miguel Vale de Almeida, mestre em Social Anthropology pela State University of New York, EUA, e doutor em Antropologia Social pelo ISCTE-IUL onde é também Professor, redigiu a Carta da Associação Portuguesa de Antropologia à Texto Editora sobre alguns dos conteúdos do manual de História do 8º ano: «Quanto à crença em “espíritos” e à “veneração dos antepassados”, o facto de isto não ser descrito como Religião denota uma visão evolucionista que coloca os monoteísmos como mais evoluídos (…) Trata-se, sobretudo, de recusar visões primitivistas que colocam os povos indígenas praticamente fora da humanidade, implicitamente elegendo a nossa forma de vida como píncaro de uma suposta evolução humana.». Leia o documento na íntegra, aqui.

Filipe Moura, visiting scholar researcher em Portland State University, EUA, e Professor do Instituto Superior Técnico em Lisboa, foi um dos convidado de mais uma “conversa humana”, dinamizada pelo Jornal Público, para falar sobre “walkability” – sabe o que é? «Estamos a falar de uma alteração de comportamentos (…) que garanta a caminhabilidade na rua e dentro dos edifícios da cidade… Uma cidade sem peões é como um corpo sem sangue.». A não perder!

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