Procura leitura para o seu fim de semana?

Siga os links e fique a saber o que os Fulbrighters escreveram ou disseram ao longo dos últimos dias:

Maria do Céu Patrão Neves, alumna do Salzburg Seminar in Philosophy e Professora Catedrática no Kennedy Institute of Ethics / Georgetown University, EUA, argumenta que apesar de ser elevado o nível de incerteza científica quanto a uma nova vaga da Covid-19, uma coisa é certa, “novas vagas pandémicas” surgirão. Fala, claro, da pobreza e da desigualdade.

Num outro artigo, Maria do Céu Patrão Neves escreve ainda que “os robôs estão entre nós” e que muitos foram trazidos pela mão da pandemia. E por aí, terá já visto um funcionário de limpeza urbana ou dos serviços hospitalares que é um robô? Leia o artigo e deixe-se espantar!

Rui Pereira Dias, Mestre em Corporation Law pela New York University, EUA, e Professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, escreveu sobre a relação entre as operações de crédito internacionais e a Covid-19: “O contexto pandémico causado pelo novo coronavírus conduziu os Estados a tomarem medidas legislativas de urgência. Um exemplo encontra-se no Decreto-Lei n.º 10-J/2020, de 26 de março de 2020.” Já conhece este diploma?

Carlos Moura Teixeira, mestre em Public Policy pela Harvard University, J. F. Kennedy School of Government, EUA, realiza o difícil exercício de pensar o mundo pós-pandemia. Torna-se pois obrigatório ouvir o seu testemunho na Série Especial “Gulbenkian Ideas: Covid-19 e depois?”, que reúne um conjunto de pensadores de reconhecido mérito, nacionais e estrangeiros.

Luís Campos e Cunha, doutorado pela Columbia University, Nova Iorque, EUA, e Professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, é também um incessante colecionador de arte e questiona agora o que pode dispensar? Assista à conversa “How the Pandemic changed Visual Arts?” no âmbito do novo ciclo de conferências da FLAD, “What’s Next”, que tem como objetivo promover a reflexão sobre os diferentes impactos da Covid-19 nas várias áreas da sociedade.

Eduardo Marçal Grilo, alumno do Salzburg Seminar in American Studies na área de Educação, Presidente do Conselho Geral da Universidade de Aveiro e membro do Conselho de Curadores da Fundação Francisco Manuel dos Santos, reflete sobre um “ensino remoto de emergência” neste conturbado ano letivo de 2019/2020, concluindo que o ensino presencial não tem uma verdadeira alternativa nas tecnologias. Leia o artigo e descubra as razões apontadas!

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