Procura leitura para o seu fim de semana?

Siga os links e fique a saber o que os(as) Fulbrighters escreveram ou disseram ao longo dos últimos dias:

João Carlos Espada, alumnus do Salzburg Seminar in Journalism e Professor Catedrático de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, escreveu esta semana sobre a política externa da União Europeia e do gesto de aproximação à Rússia e à China. São várias as interrogações sobre um tema sensível, sobretudo se levantadas perante a ideia de “Liberdade Ordeira sob a Lei”. A ler!

João Marecos, mestre em Direito Privado pela New York University, EUA, Advogado e Consultor da OMS, perguntou na rede social Twitter como traduzir a palavra “underdog”. No entanto, “subvalorizado”, “desfavorecido” ou “subcão” foram sugestões incapazes de dar conta da verdade: «Porque o underdog nasce na subcave de um prédio, onde o elevador não chega, com péssimas escadas e sem janelas para a rua.». Haverá maior iniquidade que esta?

Abel Mateus, doutorado em Economia pela University of Pennsylvania, EUA, e Professor da Universidade Nova de Lisboa, recordou-nos que detemos o recorde mundial nas infeções e mortes por habitante nesta terceira vaga da pandemia: «Portugal tem números que deveriam levar as autoridades a fazer uma análise profunda do porquê da situação.» Stay Home, Stay Safe: Let Reading Take You Places!

Beatriz Barros, doutoranda em Antropologia na Indiana University Bloomington, EUA, num artigo a duas mãos deu-nos a conhecer a pegada carbónica que os bilionários, alguns bem famosos, estão a deixar no planeta: «As anthropologists who study energy and consumer culture, we wanted to examine how all that wealth translated into consumption and the resulting carbon footprint.» Já alguma vez calculou a sua pegada carbónica?

Isabel Capeloa Gil, SUSI scholar na Western Michigan University, EUA, Professora Catedrática de Estudos de Cultura e Reitora da Universidade Católica Portuguesa,  em entrevista ao Jornal de Notícias referiu os grandes desafios das aulas online que agora vigoram em face da pandemia: «As plataformas Zoom, Teams ou Webex permitem continuar o processo, mas há um elemento que é profundamente relacional e pessoal e que não é substituível pela tecnologia.» – não concorda?

Daniel Traça, doutorado em Economia pela Columbia University, EUA, Diretor e Professor Catedrático da Nova School of Business & Economics, sublinhou o que não é já possível ignorar: «Para criar um futuro mais sustentável, cabe agora a cada um de nós e a cada uma das nossas empresas, organizações sociais, e instituições do setor público medir e reportar a forma como a sua atividade permite alcançar cada um destes objetivos. E também, às universidades» Não podíamos estar mais de acordo!

Luís M. Rocha, Professor na Indiana University at Bloomington, EUA, e Diretor do Computacional Biology Collaboratorium no Instituto Gulbenkian de Ciência, afirmou que a análise da pandemia exige um “pensamento sistémico” e que, por essa razão, «é necessário sair de caixas disciplinares (…). Mais do que “especialistas” ouvidos individualmente em cacofonia, precisamos de equipas verdadeiramente interdisciplinares que consigam atacar a pandemia em todo o seu complexo de níveis interligados.» Obrigatório ler!

Ana Luísa Amaral, visiting scholar na Brown University, EUA, Professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Poetisa e Tradutora;

e Margarida Vale de Gato, visiting scholar em Georgetown University, EUA, Professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Escritora e Tradutora, são duas das tradutoras da obra que já tardava em Portugal, a da Nobel americana Louise GlückA escolha criteriosa dos tradutores foi um argumento importante para que a Relógio D’Água obtivesse os direitos da obra da Nobel, um processo que Louise Glück acompanhou de perto…», disse o editor Francisco Vale. Leia o artigo e fique a saber, por exemplo, qual a principal dificuldade que as Fulbrighters encontraram na tradução da poeta americana.

Partilhar: