Procura leitura para o seu fim de semana?

Siga os links e fique a saber o que os Fulbrighters escreveram ou disseram ao longo dos últimos dias:

Francisco Ferreira, mestre em Engenharia do Ambiente pela Virginia Polytechnic Institute and State University, Blacksburg, EUA, e Professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, argumenta que se a pandemia melhorou a qualidade do ar, o apelo ao transporte público deverá agora ser regido pelo princípio do “moderno, limpo e seguro” .

Elísio Estanque, Visiting scholar researcher na University of Wisconsin, Madison, EUA, e Professor na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, pergunta-nos se será possível com o início do desconfinamento encarar esta fase como um novo capítulo pós-pandémico. Estaremos preparados, cidadãos e instituições, para o “virar de página”?

João Marecos, mestre em Direito Privado pela New York University, EUA, com plano a quatro mãos irá ajudar a OMS a combater a desinformação e o impacto das “fake news” no domínio da saúde.

Ana Bárbara Pedrosa, SUSI student em Civic Activism na Drexel University, Filadélfia, EUA, argumenta que o confinamento social a que temos estado sujeitos é o momento ideal para “nos fazermos à leitura”. Descubra porquê.

Carlos Moura Teixeira, mestre em Public Policy pela Harvard University, J. F. Kennedy School of Government, EUA, reflete sobre as ligações entre Ciência e Política, perguntando se estarão de facto juntas “na saúde e na doença”.

Constantino Sakellarides, mestre em Epidemiologia pela University of Texas, Houston, EUA, doutorado em Saúde Pública e Professor Catedrático da Escola Nacional de Saúde Pública, diz-nos que agora que o estado de emergência chegou ao fim o grande desafio encontra-se em vivermos “melhor e de forma mais inteligente”.

Arlindo Oliveira, doutorado pela University of California, Berkeley, EUA, e Professor do Departamento de Ciência da Computação e Engenharia do Instituto Superior Técnico em Lisboa, argumenta que os algoritmos de recomendação estão a reduzir a diversidade das opiniões apresentadas, levando a que o país esteja agora mais polarizado.

Maria do Céu Patrão Neves, alumna do Salzburg Seminar in Philosophy e Professora Catedrática no Kennedy Institute of Ethics/Georgetown University, EUA, reflete sobre os diferentes tipos de vítimas desta pandemia: as colaterais, as transparentes, as desconhecidas, as anunciadas, as subsequentes. Como lhes devemos responder?

Abel Mateus, doutorado em Economia pela University of Pennsylvania, EUA, e Professor da Universidade Nova de Lisboa, através da exploração estatística ajuda-nos a compreender melhor por que são diferentes as taxas de mortalidade devido à Covid-19 na União Europeia.

Partilhar: