Procura leitura para o seu fim de semana?

Siga os links e fique a saber o que os Fulbrighters escreveram ou disseram ao longo dos últimos dias:

José Ferreira Gomes, visiting scholar researcher na Florida State University, EUA, e Professor Catedrático de Química da Universidade do Porto, defende que até num país “à espera de turistas” continua a ser importante uma população educada e competitiva – uma visão de futuro para “um país nas margens da Europa, mas no centro do mundo”.

João Marecos, mestre em Direito Privado pela New York University, EUA, numa ode à cidade de Lisboa.

João Pereira dos Santos, visiting student researcher em Harvard University, EUA, e doutorando no Departamento de Economia da Universidade Nova de Lisboa, relembra que no contexto de pandemia que vivemos os próximos tempos não serão fáceis para o setor do turismo. Com efeito, Portugal pode e deve beneficiar da perceção de “destino seguro”. Investir na gestão sanitária eficiente pode, pois, ser um “ativo marcante” nos próximos anos.

Filipe Duarte Santos, visiting scholar researcher no Departamento de Física Nuclear da University of North Carolina at Chapel Hill, EUA, e Professor Catedrático da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, relembra a existência de 5 crises e demonstra como todas estão interligadas. A solução é, por isso, uma só: a cooperação ativa de todos os países em “reformas transformacionais”. Será possível?

Manuel Mota, doutorado pelo Virginia Tech, EUA, e Professor no Departamento de Biologia da Universidade de Évora, relembra que as atividades humanas têm contribuído para a expansão cada vez maior das pragas e doenças das plantas, com elevados custos económicos e sociais. Não é assim de estranhar que as Nações Unidas tenham decretado 2020 como o “Ano Internacional da Sanidade Vegetal” – sabia?

Maria do Céu Patrão Neves, alumna do Salzburg Seminar in Philosophy e Professora Catedrática no Kennedy Institute of Ethics/Georgetown University, EUA, interpela-nos mais uma vez com uma questão que é hoje para muitos um verdadeiro desafio: será o “teletrabalho uma flexibilização do trabalho ou um controlo do trabalhador”?

Luís Faria Rodrigues, doutorado pela University of Wisconsin, Madison, EUA, e Professor no Departamento de História do ISCTE-IUL, relembra como no final da I Guerra o Presidente norte-americano Woodrow Wilson lançou a primeira semente da visão internacionalista, que defendia a associação das Nações. Ora, no contexto que hoje vivemos, pergunta-se, estará essa visão a ser posta em causa?

Arlindo Oliveira e Daniel Traça, Fulbrighters, participaram no debate sobre o futuro da Educação, organizado pelo Jornal Expresso e o Santander, juntamente com vários outros especialistas. A iniciativa insere-se no ciclo de conferências “Preparar o Futuro”. Fique a saber quais os principais desafios, métodos e estímulos à aprendizagem para o próximo ano letivo.

Abel Mateus, doutorado em Economia pela University of Pennsylvania, EUA, e Professor da Universidade Nova de Lisboa, através da exploração estatística ajuda-nos a compreender melhor quais as principais diferenças entre os dois lados do Atlântico quanto aos efeitos da Covid-19.

Isabel Capeloa Gil, SUSI scholar na Western Michigan University, EUA, Professora Catedrática de Estudos de Cultura e Reitora da Universidade Católica Portuguesa, defende que a ideia na origem de A Room of One’s Own, de Virgínia Wolf, ganha um novo fôlego com o teletrabalho. Mas no quadro da flexibilidade laboral, além do quarto para si, trata-se ainda de pensar “no regresso ao tempo para si”.  Já terá tido tempo para pensar nisso?

Mariana Miranda, SUSI european student leader em Social Entrepreneurship, Indiana University, Bloomington, EUA, numa carta à Natureza pergunta-se se o Homem após a pandemia irá, finalmente,  mudar de paradigma e construir um mundo mais sustentável.

Daniel Traça, doutorado em Economia pela Columbia University, Nova Iorque, EUA, e Diretor e Professor Catedrático da Nova School of Business & Economics, lista as principais competências para o futuro.  Ora, a inteligência emocional para trabalhar em equipa e promover a diversidade será, justamente, uma dessas competências.

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