Procura leitura para o seu fim de semana?

Siga os links e fique a saber o que os Fulbrighters escreveram ou disseram ao longo dos últimos dias:

Martim Sousa Tavares, mestre em Music in Conducting pela Bienen School of Music, Northwestern University,  EUA, Maestro e Comunicador, propõe-nos sem sair do sofá três viagens pelo mundo da música com o seu emblemático curso “Tema e Variações”. Imperdível!

Isabel Loureiro, Master of Public Health pela Tulane University, New Orleans, EUA, Professora Catedrática de Saúde Pública na ENSP da Universidade Nova de Lisboa e vice-presidente do Conselho Nacional de Saúde, reflete sobre o que considera ser o maior desafio de todos, para além da manutenção da saúde mental e física: o conhecimento e o desenvolvimento espiritual que nos permita entender as nossas necessidades e as dos outros.

Isabel Fernandes Conceição, mestre em Political Science pelo Monterey Institute of International Studies, Freelance Executive & Team Coach, fala-nos de “linguagem positiva”, ou seja, de como as palavras que utilizamos influenciam diretamente o nosso bem-estar e o daqueles com quem comunicamos. Para saber mais sobre o tema, pode ver e ouvir os seus vídeos no canal de youtube.

Maria do Céu Patrão Neves, alumna do Salzburg Seminar in Philosophy e Professora Catedrática no Kennedy Institute of Ethics/Georgetown University, EUA, argumenta que o chorrilho de notícias sobre a eventual vacina contra a Covid-19 levanta preocupações éticas: não se estará a criar ilusões, ou a exagerar as expectativas, nesta situação de extrema vulnerabilidade em que vivemos?

Boaventura de Sousa Santos, visiting scholar researcher na University of Wisconsin e na Yale University, EUA, Professor Catedrático jubilado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, argumenta que o futuro é, na verdade, o início de um longo período de pandemia intermitente. Em assim sendo, com que cenários podemos contar?

André Peralta-Santos, médico epidemiologista e doutorando na University of Washington, em Seattle, EUA, demonstra agora como a reabertura segura da economia está dependente da identificação rápida dos casos de infetados e do rastrear dos seus contactos. Mas como irá Portugal usar as aplicações digitais para rastreamento? O que está já a ser feito, com que vantagens, com que limites?

José Ferreira Machado, doutorado em Economia pela Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, EUA, Vice-Reitor e Professor da Universidade Nova de Lisboa, pergunta-nos se se justifica uma política de confinamento tão agressiva e com tantos custos económicos e sociais como a que o país adoptou.

Marta Ramos, mestranda em International Relations na New York University, EUA, defende que a Covid-19 veio apresentar novos desafios, mas também exacerbar tendências que necessitam de uma cidadania ativa e atenta. Por outras palavras, a participação política por via das redes sociais não pode ter um papel exclusivo na nossa sociedade.

Raquel Vaz Pinto, SUSI scholar em U.S. Foreign Policy na Bard College, NY, EUA, investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais  da Universidade Nova de Lisboa e Professora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade, enumera 5 estadistas com quem gostaria de ter jantado. Descubra quais, no novo ciclo de conversas digitais da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Filipe Carreira da Silva, visiting scholar researcher na Harvard University, EUA, investigador auxiliar do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, relembra que mesmo num país pequeno como o nosso, a Covid-19 não se espalha simetricamente pelo território. De facto, a propagação do vírus não apenas reproduz como amplifica desigualdades desde há muito enraizadas: «Se a verdade nos ilude, é porque as mortes individualmente reportadas continuam a ser as dos mais “ilustres”».

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